Resenha: O diário de Anne Frank e +

     ÊÊÊ! Mais uma resenha para o blog, hoje vou falar de um livro que já terminei há um tempinho e que com certeza já deve ter ouvido falar: O Diário de Anne Frank. Um clássico emocionante que conta a história de Anne Frank, uma menina judia alemã que teve que se esconder em um anexo secreto durante a Segunda Guerra Mundial para tentar ter seu final feliz, o que infelizmente não ocorre :'(. Anne, aos 13 anos, começa o diário antes de fugir para o anexo, e nele conta sobre as pessoas que convivia, seus pensamentos e tudo que passava. Como se sentia muito sozinha por ninguém a compreender, seu diário torna-se seu melhor amigo, ao qual se refere a ele como Kitty. Conforme o tempo vai passando Anne amadurece muito, e isso é o mais legal no livro, ver sua evolução. Anne tem pensamentos incríveis e que de alguma forma vão tocar você.
      Como já havia lido outro diário  desse mesmo período: O Diário de Mary Berg, história de uma menina polonesa judia, não pude evitar de comparar os dois. O Diário de Mary Berg relata mais a crueldade dos alemães, a organização dos guetos e é, sem dúvida, mais chocante e, por isso, mais triste, pois Mary acaba vivenciando toda essa crueldade e sofrimento, pouco diferente de Anne, que vive num esconderijo, onde nem pode abrir a janela, dois relatos muito tristes e incríveis.
      Diferença: O diário de Anne é mais voltado para o eu, seus pensamentos e seu dia-à-dia no Anexo, e  o de Mary Berg é mais voltado para o exterior e todo sofrimento que está passando e está acontecendo ao seu redor.
     Amei amei amei os 2 diários, e se você gosta de história então não pode deixar de se emocionar com eles. Eu super indico! E para vocês ficarem com vontade de ler, eis alguns trechos do Diário de Anne Frank (infelizmente, eu não tenho o diário de Mary Berg, e não anotei trechos dele) :

"Enquanto ainda há disto, pensei, um Sol tão brilhante, um céu sem nuvens e tão azul, e enquanto me é dado ver e viver tamanha beleza, não devo estar triste. Para qualquer pessoa que se sinta só ou infeliz, ou que esteja preocupada, o melhor remédio é sair para o ar livre, ir para qualquer parte, onde possa estar só com o céu e com a natureza, e com Deus. Então compreende que tudo é como deve ser e que Deus quer ver os homens felizes no meio da natureza, simples e bela. Enquanto assim for - e julgo que será sempre assim - sei que há uma consolação para todas as dores e em todas as circunstâncias. Creio que a natureza alivia os sofrimentos."


"Recordações valem mais do que vestidos."

"Gostaria de dizer isto: acho estranho os adultos discutirem tão facilmente e com tanta frequência sobre coisas tão mesquinhas. Até agora eu achava que birra era uma coisa de criança e que a gente superava quando crescia."
"Para ser franca, não consigo imaginar como alguém poderia dizer "Eu sou fraco" e continuar assim. Se você sabe isso ao seu respeito, por que não luta contra, por que não desenvolve o caráter?"


Gostaram da resenha? Vocês já leram algum desses livros? 

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